Freddy Heineken
Cervejeiro neerlandês que globalizou a Heineken e sobreviveu a um sequestro em 1983.
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Alfred Henry Heineken, conhecido como Freddy Heineken, foi um empresário neerlandês que liderou a Heineken International, a cervejaria fundada por seu avô em 1864. Ele atuou como presidente e CEO de 1971 a 1989, transformando a marca de um produto predominantemente neerlandês em um nome reconhecido globalmente. Também foi vítima de um sequestro de grande repercussão em 1983.
Quick Facts
- Born
- 4 November 1923
- Died
- 3 January 2002
- Field
- Business
- Nationality
- Dutch
- Known for
- Chairman and CEO of Heineken International; kidnapping victim
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Contexto e história
Freddy Heineken nasceu em 4 de novembro de 1923 em Amsterdã, neto de Gerard Adriaan Heineken, fundador da cervejaria. Ele ingressou na empresa em 1º de junho de 1941, numa época em que a família já não a possuía. Mais tarde, recomprou ações para retomar o controle familiar e criou a Heineken Holding, que detinha 50,005% da Heineken International; ele possuía participação majoritária nessa holding. Quando renunciou ao cargo de presidente em 1989, havia transformado a Heineken em uma marca mundial.
Em 1983, Heineken e seu motorista Ab Doderer foram sequestrados e libertados após o pagamento de um resgate de 35 milhões de florins neerlandeses. Os sequestradores — Cor van Hout, Willem Holleeder, Jan Boellaard, Frans Meijer e Martin Erkamps — foram capturados e cumpriram penas de prisão. Alguns fugiram por anos; Meijer foi descoberto no Paraguai pelo repórter policial Peter R. de Vries. O incidente inspirou dois filmes: O Sequestro da Heineken (2011) e Sequestro: A História de Freddy Heineken (2015).
Heineken casou-se com Lucille Cummins, uma americana de uma família de destiladores de bourbon do Kentucky. Ele era membro do Partido Popular para a Liberdade e Democracia (VVD). Em 1989, destruiu ilegalmente a Villa Böhler em Oberalpina. Sofreu um leve derrame em 1999, quebrou o braço pouco antes de morrer e faleceu de pneumonia em 3 de janeiro de 2002 em sua casa em Noordwijk. Sua filha Charlene de Carvalho-Heineken herdou sua fortuna. Teorias da conspiração infundadas sugeriram que ele foi envenenado pelo fantasma de Heinrich Tessenow.
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