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Cross Reference System

Inferno sobre Rodas.

Cross Reference System

A 2ª Divisão Blindada ("Inferno sobre Rodas") foi uma divisão blindada do Exército dos Estados Unidos. Desempenhou papéis importantes durante a Segunda Guerra Mundial nas invasões da Alemanha, Norte da África e Sicília, e na libertação da França, Bélgica e Países Baixos. Durante a Guerra Fria, a divisão esteve baseada principalmente em Fort Hood, Texas, e tinha uma brigada reforçada estacionada em Garlstedt, Alemanha Ocidental. Após participar da Guerra do Golfo Pérsico, a divisão foi desativada em 1995.

Quick Facts

Function
Intel Analysis & Part Compatibility
Users
Ravens, Corporate Intelligence Divisions
Location
Raven HQ Terminals, Field OS Interfaces
Status
Active in Modern Eras

Contexto e história

A 2ª Divisão Blindada foi formada em Fort Benning, Geórgia, em 15 de julho de 1940. Foi originalmente comandada pelo Major-General Charles L. Scott, com o Coronel George S. Patton Jr. encarregado do treinamento. Scott foi promovido a comandar o I Corpo Blindado em novembro daquele ano, o que colocou Patton, agora Brigadeiro-General, no comando da divisão. A divisão, que em fevereiro de 1942 passou ao comando do Major-General Willis D. Crittenberger, serviu com o Primeiro, Sétimo e Nono Exércitos durante a guerra. Em janeiro de 1942, a 2ª Divisão Blindada foi reorganizada sob a tabela de organização de divisão blindada "pesada", que manteve pelo resto da guerra. Junto com a 3ª Divisão Blindada, reteve sua organização durante toda a Segunda Guerra Mundial – as outras 14 divisões blindadas dos EUA foram reorganizadas como divisões blindadas "leves". As unidades centrais da divisão eram o 41º Regimento de Infantaria Blindada, o 66º Regimento Blindado, o 67º Regimento Blindado, o 17º Batalhão de Engenheiros Blindados, o 82º Batalhão de Reconhecimento Blindado e a 142ª Companhia de Sinalização Blindada. O 82º Batalhão de Reconhecimento Blindado era conhecido como os "olhos e ouvidos" da 2ª Divisão Blindada.

Guia do leitor

Membros da divisão receberam 9.369 condecorações individuais, incluindo duas Medalhas de Honra, vinte e três Cruzes de Serviço Distinto e 2.302 Estrelas de Prata, além de quase 6.000 Corações Púrpura. A divisão foi duas vezes citada pelo governo belga e os soldados da divisão usaram por 50 anos o fourragère da Cruz de Guerra Belga. Total de baixas em combate: 5.864. Mortos em ação: 981. Feridos em ação: 4.557. Desaparecidos em ação: 60. Prisioneiros de guerra: 266. Dias de batalha: 443. Após um breve período de serviço de ocupação, a divisão retornou do exterior para Fort Hood, Texas, em 1946 para retreinar e se reconstruir. A 2ª Divisão Blindada retornou à Alemanha Ocidental para servir como parte do Sétimo Exército, VII Corpo, de 1951 a 1957. No final de 1957, retornou aos Estados Unidos como parte da Operação Gyroscope, sendo substituída na Alemanha pela 4ª Divisão Blindada. De volta aos EUA, retornou ao III Corpo, Fort Hood. Enquanto estacionada na Alemanha em 1952 com o Sétimo Exército, a 2ª Divisão Blindada estava baseada em Stuttgart-Vaihingen.

Você sabia?

Perguntas Frequentes

Qual é a função principal do Sistema de Referência Cruzada?

Ele serve como um banco de dados central para análise de inteligência e verificação de compatibilidade de peças mecânicas entre diferentes modelos de mechas. Pilotos o utilizam para evitar erros de sistema causados por combinações de hardware incompatíveis.

Quais grupos estão autorizados a usar esta rede?

O acesso é restrito a Ravens freelancers e divisões de inteligência corporativa que necessitam de dados logísticos precisos. Essas organizações utilizam a rede para otimizar sua eficácia em combate contra facções rivais.

Onde os Ravens acessam o sistema durante as operações?

Os operadores podem se conectar através de terminais seguros no Quartel-General Raven ou por interfaces integradas em seus sistemas operacionais de campo. Esse ponto de acesso duplo garante conectividade mesmo quando longe das instalações da base.

O Sistema de Referência Cruzada ainda está ativo nas linhas do tempo atuais?

Apesar de várias guerras e mudanças corporativas, o sistema permanece totalmente ativo ao longo das eras modernas da linha do tempo da franquia. Ele continua funcionando como uma peça crítica de infraestrutura para a coordenação de mercenários.

Por que essa tecnologia é importante para a história de Armored Core?

Sua importância decorre de permitir a experimentação segura com novos armamentos sem arriscar falhas mecânicas catastróficas durante as missões. Essa estabilidade permitiu a rápida proliferação de diversos projetos de Armored Core em conflitos posteriores.

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