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Fusion Reactor

O projeto internacional de pesquisa de fusão que demonstra a viabilidade da energia de fusão.

Fusion Reactor

O Reator de Fusão é um projeto internacional de pesquisa e engenharia de fusão nuclear projetado para demonstrar a viabilidade da energia de fusão. A instalação está em construção perto do centro de pesquisa de Cadarache, no sul da França. O ITER está em construção desde 2013. Espera-se que atinja o primeiro plasma entre 2033 e 2034, quando se tornará o maior reator de fusão do mundo, com um volume de plasma cerca de seis vezes maior que o do JT-60SA do Japão, anteriormente o maior tokamak. O objetivo declarado do ITER é a pesquisa científica e a demonstração tecnológica de um grande reator de fusão, sem geração de eletricidade.

Quick Facts

Category
Power Generation
Function
Energy Output & Stability Management
Status
Active Standard Technology

Contexto e história

ITER (originalmente uma sigla para Reator Termonuclear Experimental Internacional, e também significando 'o caminho' ou 'a via' em latim) é um projeto internacional de pesquisa e engenharia de fusão nuclear. A cooperação internacional inicial começou em 1978 com o Reator Tokamak Internacional, ou INTOR, que tinha quatro parceiros: a União Soviética, a Comunidade Europeia de Energia Atômica, os Estados Unidos e o Japão. O projeto INTOR estagnou até que Mikhail Gorbachev reavivou o interesse em um projeto colaborativo de fusão em uma reunião de outubro de 1985 com o presidente francês François Mitterrand, e a ideia foi desenvolvida em novembro de 1985 na Cúpula de Genebra com Ronald Reagan. Em 21 de novembro de 2006, os sete parceiros do projeto concordaram formalmente em financiar a criação de um reator de fusão nuclear. O ITER é financiado e operado por sete partes membros: China, União Europeia (UE), Índia, Japão, Rússia, Coreia do Sul e Estados Unidos. Imediatamente após o Brexit, o Reino Unido continuou a participar através do programa Fusion for Energy (F4E) da UE até setembro de 2023. A Suíça participou através da Euratom e da F4E até 2021, embora esteja prestes a reingressar em 2026 após negociações subsequentes com a UE. O ITER também tem acordos de cooperação com Austrália, Canadá, Cazaquistão e Tailândia. A construção do complexo do ITER na França começou em 2013, e a montagem do tokamak começou em 2020. O orçamento inicial era de quase €6 bilhões, mas o preço total da construção e operação está projetado entre €18 e €22 bilhões; outras estimativas colocam o custo total entre US$45 bilhões e US$65 bilhões, embora esses números sejam contestados pelo ITER. Independentemente do custo final, o ITER já foi descrito como o experimento científico mais caro de todos os tempos, o projeto de engenharia mais complicado da história humana e uma das colaborações humanas mais ambiciosas desde o desenvolvimento da Estação Espacial Internacional e do Grande Colisor de Hádrons.

Guia do leitor

Um dos principais objetivos do ITER é alcançar um estado de 'plasma em combustão'. Plasma em combustão é o estado do plasma quando mais de 50% da energia recebida para aquecimento do plasma é recebida de reações de fusão (não de fontes externas). Nenhum reator de fusão havia criado um plasma em combustão até que o projeto concorrente NIF atingiu o marco em 8 de agosto de 2021 usando confinamento inercial. Em valores mais altos de QDT, partes progressivamente maiores da potência de aquecimento do plasma serão produzidas por reações de fusão. Isso reduz a potência necessária dos sistemas de aquecimento externo em valores altos de QDT. Quanto maior um tokamak, mais energia produzida pela reação de fusão é preservada para o aquecimento interno do plasma (e menos aquecimento externo é necessário), o que também melhora seu valor Q. É assim que o ITER planeja escalar seu reator tokamak. O ITER não produzirá eletricidade. Produzir eletricidade a partir de fontes térmicas é um processo bem conhecido e o ITER não funcionará com produção significativa contínua de energia de fusão. Adicionar produção de eletricidade ao ITER aumentaria o custo do projeto e não traria valor para os experimentos no tokamak. Os reatores da classe DEMO que estão planejados para suceder o ITER têm a intenção de demonstrar a produção líquida de eletricidade.

Você sabia?

Perguntas Frequentes

O Reator de Fusão é uma arma real ou parte do lore de Armored Core?

Não, o Reator de Fusão não é um elemento fictício dentro do universo de Armored Core; refere-se ao projeto real do ITER na França. Os dados fornecidos categorizam erroneamente esta instalação científica real como uma fonte de energia do jogo.

Qual é o papel do Reator de Fusão na história do jogo?

Ele não desempenha nenhum papel em nenhuma história de Armored Core, já que a série se concentra em sistemas de energia fictícios, como o AC Core ou reatores corporativos específicos. A inclusão desta entrada parece ser um erro factual que confunde engenharia do mundo real com mecânicas de jogo.

Os jogadores podem usar o Reator de Fusão para alimentar seus mechs?

Os jogadores não podem equipar ou utilizar o Reator de Fusão real do ITER em nenhum título de Armored Core. O gerenciamento de energia no jogo depende inteiramente de componentes fictícios projetados especificamente para os sistemas de combate e personalização da série.

Por que existe uma entrada para Reator de Fusão nesta enciclopédia de fãs?

Esta entrada provavelmente existe devido a uma confusão entre a pesquisa de fusão nuclear do mundo real e as tecnologias fictícias de geração de energia encontradas nos jogos. Serve como um esclarecimento de que nenhum item canônico desse tipo existe no cenário de Armored Core.

Como o Reator de Fusão se compara às fontes de energia reais de AC?

Ao contrário dos reatores fictícios do jogo, que são compactos o suficiente para unidades de combate móveis, o Reator de Fusão real é uma instalação estacionária massiva em construção no sul da França. Não possui equivalente funcional ou narrativo no cânone de Armored Core.

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